Por Eric Filardi
Rivalidade histórica e clima tenso antes do confronto Argentina e Brasil escrevem nesta terça-feira mais um capítulo de uma das maiores rivalidades do futebol mundial. As seleções entram em campo no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, pela 14ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, em um jogo que promete fortes emoções e tensão dentro e fora das quatro linhas.
Um dos fatores que chama atenção neste confronto é a ausência de Lionel Messi e Neymar, algo que não acontecia há duas décadas. Apesar da falta de suas maiores estrelas, o clima de rivalidade segue intenso. A declaração do atacante Raphinha, em entrevista a Romário, adicionou ainda mais combustível ao duelo. O jogador prometeu um gol e afirmou que "se precisar, vai ter porrada dentro e fora de campo". Com esse ingrediente extra, o clássico ganha ainda mais contornos de batalha.
O momento dos hermanos é mais favorável. A Argentina, atual campeã do mundo, vem de uma vitória importante sobre o Uruguai, fora de casa, e lidera as Eliminatórias com 28 pontos. O time comandado por Lionel Scaloni pode garantir matematicamente sua vaga na Copa do Mundo caso a Bolívia não vença o Uruguai no jogo que acontece mais cedo. Além disso, um simples empate contra o Brasil já assegura a classificação, independentemente de outros resultados.
Do outro lado, a Seleção Brasileira, sob o comando de Dorival Júnior, busca estabilidade. Com 21 pontos, ocupa a terceira posição e vem de uma vitória dramática contra a Colômbia, por 2 a 1, com um gol nos acréscimos. O desafio é ainda maior, pois o Brasil não vence em solo argentino há 16 anos. O Monumental de Núñez estará completamente lotado, com 85 mil torcedores, criando um ambiente de pressão extrema para os brasileiros.
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A partida começou com intensidade máxima, e a Argentina tomou o controle logo nos primeiros minutos. Aos 3 minutos, Thiago Almada encontrou Julián Álvarez dentro da área. O atacante do Manchester City passou entre Murillo e Guilherme Arana, e com um toque preciso, superou Bento para abrir o placar: 1 a 0 para a Argentina.
A pressão argentina continuou, e aos 13 minutos, De Paul lançou Nahuel Molina na direita. O lateral cruzou rasteiro, a bola desviou levemente em Murillo e encontrou Enzo Fernández, que só teve o trabalho de empurrar para o fundo da rede: 2 a 0 para os donos da casa. Atordoada, a Seleção Brasileira demorou para reagir, mas conseguiu descontar aos 26 minutos. Matheus Cunha, atento, roubou a bola de Cristian Romero na entrada da área e bateu rasteiro, sem chances para Dibu Martínez: 2 a 1 e o Brasil voltava a sonhar. Mas, aos 35, a Argentina voltou a mostrar a que veio. Enzo Fernández ergueu a bola na área, e Mac Allister se antecipou ao goleiro Bento para finalizar no fundo do gol: 3 a 1.
27/03/2025
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